Ocorreu ontem, dia 25 de julho, a inauguração do novo Museu do Design de Lisboa (MUDE), depois de concluída a empreitada de requalificação liderada pela Teixeira Duarte – Engenharia e Construções com início em 2021.

Em contributo dado para o Livro “Edifício MUDE – Transformações na perspetiva do design” que foi distribuído por ocasião da inauguração, o colega Tiago Simões Vieira, Diretor de Obra desta empreitada, salientou que «a requalificação do edifício do MUDE — Museu do Design revelou-se ser um grande desafio e, principalmente, um enorme privilégio para todos os que colaboraram na execução dos trabalhos.».

O MUDE foi criado em 2009 ocupando um edifício histórico na Baixa Pombalina, outrora sede do Banco Nacional Ultramarino, que se encontrava em más condições para as necessidades funcionais e de segurança de um centro museológico com ambição de ser uma referência cultural de Lisboa. Ainda assim, o Museu recebia em média 2.000 visitantes por dia e acolheu mais de 70 exposições e 300 eventos.

Em 2015, a Câmara Municipal de Lisboa encerrou as portas do MUDE para dar início a um projeto de requalificação integral que foi alvo de um concurso internacional e que foi adjudicado a uma empresa que em 2018 abriu insolvência. Aberto novo concurso para uma 2ª empreitada, a Teixeira Duarte foi a empresa selecionada e foram retomadas as obras de renovação em 2021, nunca tendo parado mesmo em período de pandemia.

Segundo entrevista dada ao Observador pela Diretora do MUDE, Bárbara Coutinho, «ter a Teixeira Duarte, uma empresa centenária, como parceira foi um elemento fundamental (…) Se fizermos o rácio simples entre aquilo que custou o projeto, a obra de arquitetura e das especialidades todas pela área total, estamos a falar de algo que é absolutamente significativo da economia extrema que fizemos aqui.». Declarações que atestam a satisfação do cliente em relação à eficiência da Teixeira Duarte e à sua capacidade para ultrapassar os desafios inerentes à execução de uma obra única de «construção singular, diferente de todas as outras, com soluções construtivas não óbvias, onde existiu um apelo constante à criatividade dos diversos intervenientes.», menciona Tiago Simões Vieira no referido Livro. O excerto do Livro correspondente ao capítulo “Os desafios da obra, na perspetiva da Teixeira Duarte” pode ser lido na íntegra aqui.

O MUDE inaugurou com uma exposição dedicada ao próprio edifício, onde é explicada a transformação do espaço, o que foi preciso repensar e preservar, através de textos, fotos e vídeos, e que pode ser vista até 31 de outubro.

 

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